O Livro de Mórmon

Um registro da comunicação de Deus com os antigos habitantes das Américas, que foi trazido à luz pela graça e poder de Deus em nossos dias, como uma segunda testemunha de que Jesus é o Cristo, o Salvador e Redentor de toda a humanidade.

Como parte da Restauração do evangelho, Deus trouxe à luz o Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo. Pelo poder de Deus, Joseph Smith traduziu esse livro de um antigo registro escrito sobre placas de ouro. O Livro de Mórmon é um “registro das interações de Deus com os antigos habitantes das Américas e contém, assim como a Bíblia, a plenitude do evangelho eterno” (Introdução do Livro de Mórmon).

O Livro de Mórmon é uma vigorosa testemunha de Jesus Cristo. Ele nos ajuda a compreender Seus ensinamentos, inclusive os que se encontram na Bíblia. Exemplos de testemunhas do Livro de Mórmon incluem:

  • Néfi, que viu o nascimento e a morte de Cristo em visão ( 1 Néfi 11:13–15).
  • O irmão de Jarede, que viu o Senhor devido a sua grande fé ( Éter 3:7–16).
  • O profeta Samuel, o lamanita, que profetizou a vinda de Cristo e disse quais seriam os sinais de Seu nascimento e de Sua morte ( Helamã 13–14).
  • O próprio Cristo, que, depois de Sua Ressurreição, apareceu ao povo da América antiga e os convidou a aproximarem-se Dele para vê-Lo e tocá-Lo, um por um, até “terem todos aproximado e verificado por si mesmos” ( 3 Néfi 11:13–17).

Na Bíblia, Jesus disse a Seus apóstolos: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor” (João 10:16). Pouco depois de ressuscitar, o Senhor visitou essas “outras ovelhas” — os habitantes da América antiga. Durante essa visita ao continente americano (registrada no Livro de Mórmon), Jesus Cristo:

  • Convidou as pessoas a tocarem as marcas em Suas mãos, Seus pés e em Seu lado.
  • Ensinou Seu evangelho.
  • Chamou doze discípulos para ensinar Seu evangelho.
  • Curou os enfermos.
  • Orou pelas pessoas.
  • Realizou milagres.

Em setembro de 1823, Joseph Smith foi visitado por um mensageiro celeste chamado Morôni, da mesma forma que anjos apareciam frequentemente aos líderes da Igreja no Novo Testamento. Morôni informou a Joseph que Deus tinha um trabalho para ele fazer e disse que havia um registro dos antigos habitantes do continente americano enterrado em um monte que ficava próximo de sua casa. Ele declarou que o registro continha a plenitude do evangelho de Jesus Cristo ( Joseph Smith—História 1:27–34).

Em setembro de 1827, Joseph recebeu o registro, que estava escrito sobre finas placas de ouro. Joseph traduziu o livro para o inglês pela inspiração de Deus e deu ao livro o nome de Livro de Mórmon. Ele recebeu esse nome por causa de Mórmon, um antigo profeta que compilou o registro sagrado. O livro confirma, como outro testamento de Cristo, a realidade e a divindade de Jesus Cristo. Ele é, portanto, uma segunda testemunha e confirma a veracidade da Bíblia. Desde a sua publicação, em 1830, o Livro de Mórmon abençoou a vida de milhões de pessoas com sua vigorosa mensagem sobre Jesus Cristo e Seu evangelho.